Jornalismo económico: os peritos da OCDE e as reformas do ensino superior

Nos tempos em que, por necessidade de apoio a trabalhos académicos, tinha mais contacto com a comunicação social escrita, recolhi algumas peças de que aqui quero dar nota, antes de as reciclar no cesto dos papéis.

Recordo neste post o texto de Madalena Queirós no Diário Económico na terça feira 18 de Março de 2008 “Peritos surpreendidos com a rapidez das reformas”

Daniel O’hare outro dos autores do relatório sublinha ainda que muitas mudanças estão na ‘pipe-line’ prontas a seguir . A passagem dos professores universitários para os quadros das universidades , acabando com o estatuto de funcionários públicos, foi uma das propostas da OCDE mais controversa que para já não foi implementada . Mas ‘a meta continua a ser essa’ sublinha Abrar Hasan. Para o coordenador do Relatório sobre Portugal , o caso das universidades que optem por transformar-se em fundações ‘é um compromisso interessante’ porque permite que os novos docentes a contratar sejam funcionário, não do Estado, mas das fundações.”

De facto, quando os peritos da OCDE fizeram o seu relatório percebeu-se que ninguém lhes tinha explicado que os docentes do ensino superior eram funcionários das Universidades e não do Estado, embora com um vínculo de direito público…

O Relatório, como diz uma caixa inserida no Artigo, custou 200 mil euros.

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Sobre ivogoncalves

64 anos Licenciado em Economia pelo Instituto Superior de Economia, Mestre em Administração e Políticas Públicas pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, Doutor em Sociologia, especialidade de Sociologia Política, pelo ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa. Detém Diploma de Estudos Avançados (3º Ciclo) em História Moderna e Contemporânea da mesma instituição. Domínios de actividade profissional: Gestão Orçamental Pública, Auditoria e Fiscalização, Recuperação de Empresas como dirigente, técnico ou consultor e formador. Outros domínios de interesse: Sistemas de Informação. Docente do ensino superior de Setembro de 1976 a Maio de 1985 no Instituto Superior de Economia, e de Outubro de 1985 a Julho de 2010 no Instituto Superior de Gestão (integrado actualmente no Grupo Lusófona). Membro nº 15 da Ordem dos Economistas. Pertence ao Colégio de Economia Política e ao Colégio de Auditoria. Membro nº 1385 do Instituto Português de Auditoria Interna. Sócio nº 20831 da Sociedade de Geografia de Lisboa.
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